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Peperômia Urbana

[COPA DA CONSCIÊNCIA] Ep 3 - A Escolha de Einstein


O que eu sei é que eu tinha muita razão.

Eu estava bem informada. Eu sabia tudo de tudo que estava errado.

E eu precisava falar de tudo que estava errado pra lutar por algo melhor.

Eu me achava importante.
Achava que era isso que eu tinha que fazer.

Mas quase tudo muda quando a gente ouve uma neurocientista dizendo que o nosso seguro de vida é o pensamento positivo.

E quando eu estava o tempo todo falando do que está errado, não tinha espaço pra pensamento positivo. Eu tinha que lutar.


Tinha muita coisa que eu estava percebendo ao contrário.

Não que não existam as dificuldades; o mundo está, sim, ao contrário.

As pessoas colocam valores nas coisas, valores que deveriam ser colocados na vida.

Desperdiçam a vida pra ter dinheiro, pra depois ter dinheiro pra tentar recuperar a vida. (Não funciona, porque tempo não se compra de volta, né?)

Tudo isso realmente está acontecendo. Isso e muito mais que está ao contrário nesse mundo.

Mas tem algumas qualidades sobre a nossa Natureza, a Natureza da nossa natureza, que se a gente não entende não dá pra ter um mundo melhor.

Lutar por um mundo melhor…
Ou construir um mundo melhor?

Nosso próprio vocabulário indica um erro de percepção.


Einstein disse que a escolha mais importante que a gente tem na vida é se a gente vive num universo amigável ou hostil.

E, décadas depois, isso veio a se afirmar biologicamente pela epigenética.

Até a ciência abraçar a epigenética, a gente acreditava que os genes eram os donos da nossa vida.

Que seria só fazer um mapeamento genético e saberíamos quem somos e o que vai acontecer na nossa vida.

Você lembra disso?

Foi assim que surgiu o projeto Genoma, nos anos 80.

Bilhões de dólares investidos no projeto Genoma. E nunca mais se falou nisso.

Sabe por quê?

Porque os genes não mandam na nossa vida.

O que é uma coisa boa.

Quando a gente tem a percepção, tomada por verdade, de que os genes mandam na nossa vida, o nosso poder está onde?

Em lugar nenhum, né? Porque "você já nasceu vítima dos genes que você nem escolheu".

Mas isso não é a verdade. Por isso que o projeto Genoma sumiu pianinho.

Os genes são como a planta baixa de uma construção. Não são a construção.

São como um mapa. Mapa e terreno são totalmente diferentes.

O mapa não define como você vai percorrer o terreno. No terreno, você tem outras variantes. E você tem escolhas.

A epigenética veio explicar que é a nossa percepção que define a construção.

É a nossa percepção que ativa certas partes do genoma e faz com que outras partes do genoma fiquem adormecidas.

Se a gente vai ter uma doença ou não vai ter uma doença, essa definição não está no gene; está na percepção que vai definir que parte do gene vai ser lida.

E essa percepção é onde a gente tem um certo poder, sim.

Copo meio vazio ou copo meio cheio?

É na membrana celular que a célula lê o ambiente.

Mas a célula não lê o ambiente…

Nós percebemos o ambiente, como amigável ou hostil, nosso cérebro despeja no sangue certas substâncias de acordo com essa leitura - e é isso que as nossas células vão ler como percepção.

Então você entende:

Se sentimos que vivemos numa "natureza cruel e selvagem" ou se nos sentimos numa "Natureza-Mãe"... isso faz toda a diferença.

Pode definir a nossa saúde ou a nossa doença.

Define uma vida feliz ou uma vida miserável.

Define até a nossa lógica, se a gente pode fazer o que gosta ou se é condenado a fazer o que não gosta para o resto da vida.

Tudo isso está na leitura que fazemos do nosso ambiente.

E a leitura do nosso ambiente está na mente. É feita de acordo com os conteúdos que estão na nossa mente.

O Bhagavad Gita diz que nossa mente pode ser a nossa melhor amiga ou a nossa pior inimiga.

A gente foi ensinada a usar o nosso corpo, usar nossas pernas, usar nossas mãos.

A segurar um garfo e segurar um pincel.

Ninguém ensinou a gente a usar a mente. É assim que a mente pode se tornar a nossa maior inimiga.

"A mente mente"... Não, a mente não mente. A mente só está mal programada - está mal usada!

Conhecer nossa mente, esse instrumento maravilhoso de criação de realidade, faz parte da nossa reconexão com a Natureza.

Nossa Natureza mais profunda.

Uma regeneração interna.

Nos próximos finais de semana, vou compartilhar com você o conceito mais importante quando queremos um Novo Mundo:

O Funil da Realidade.

Baseado no terreno em que a física quântica encontra a espiritualidade, o Funil da Realidade traz clareza da importância e funcionamento da mente, para retomarmos o poder pessoal que a Natureza deu pra cada um de nós.

Você vai entender

- como a mente funciona sendo um dos nossos três corpos de manifestação;

- como é que você pode usar a mente para mudar sua percepção do mundo: um universo amigável ou hostil?;

- e, principalmente, como você pode usar a mente para se realinhar com a Força Vital da Natureza, para uma vida mais leve e fluida.

Aguarde uma introdução ao Funil da Realidade neste final de semana;

E uma super aula no dia 12/7
(Mais detalhes nos próximos emails)

Bora Plantar Luz!

Turi


P.S.

Mudança de planos:

No email anterior eu falei sobre uma super aula neste sábado. Isso mudou pra melhor.

Neste sábado, você vai receber um vídeo com a introdução ao Funil da Realidade…

E no dia 12 (domingo) vamos ter um aulão ao vivo.

Você pode se programar com tranquilidade.

Rua Pelotas 240, São Paulo, SP 04012000
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Bem Estar, Significado e Realização Pessoal. Aqui você encontra um guia de volta para a sua Natureza, seu desenvolvimento pessoal e espiritual. Faz da sua mente a sua melhor amiga, para realizar a vida de Felicidade, Saúde e Abundância que a Natureza nos fez para ter. - by Turi 🌻 | 🌳 Assine para fazer parte:

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