Em estudos anteriores, os pesquisadores já tinham constatado que as crenças negativas sobre o envelhecimento são associadas
- a uma piora de memória;
- à dificuldade de caminhada, que fica mais lenta;
- ao aumento de risco cardiovascular (o coração);
- e aos marcadores biológicos relacionados à doença de Alzheimer.
Nesse último estudo eles perceberam que o contrário também é verdadeiro:
Das pessoas que melhoraram com a idade, todas elas têm uma crença positiva sobre o avanço da idade.
Em outras palavras, o que diferenciou quem melhorou com a idade de quem piorou com a idade é a crença que essas pessoas têm sobre a idade.
A teoria desses pesquisadores propõe que essas crenças, esses estereótipos que a gente absorve da sociedade, das redes sociais, da televisão, podem eventualmente se tornar significativos pessoais, ter um efeito biológico mensurável.
Quando a gente está falando de nós mesmas, "eu sou isso, eu estou aquilo, eu estou envelhecendo", ou qualquer coisa que não seja construtiva e positiva… nós somos as primeiras a ouvir.
Nós estamos reforçando uma crença que não ajuda em nada. Pelo contrário, ela pode definir a sua saúde.
Esse estudo confirma o que a gente vê no Funil da Realidade: as coisas, antes de serem físicas, são mentais.
Antes das coisas serem matéria, são uma ideia, uma crença ou um paradigma. São, de alguma forma, uma 'imagem mental'.
Quando a gente muda a nossa mente, a gente pode mudar a nossa realidade física.
Que ideia de uma vida nova você não pensou ainda?
Bora criar uma Nova Terra?
Bora Plantar Luz?
Turi
P.S.
Esses conteúdos que rodam no automático na mente é o que a gente traz à consciência, trabalha e lapida no Lab da Peperômia.