Se você também se sente em um mundo que está ao contrário…
Se você se sente muitas vezes impotente, às vezes sem esperança de que alguém consiga virar esse jogo…
Você não está sozinha.
Mas tenho boas notícias para nós que nos sentimos assim.
No seu novo livro, Beyond Darwin, Bruce Lipton
nos convida ao pensamento de que esse caos que estamos vivenciando, essa crise econômica, ecológica e social não é um acidente.
Enquanto nossa educação nos levou a acreditar que o mundo é um acidente e a evolução acontece por mudanças aleatórias, a ciência hoje reconhece que isso está longe de ser a verdade.
Sir Fred Hoyle, astrofísico britânico, uma vez disse que as chances da evolução ser aleatória "São as chances de um tornado passar por um ferro velho e montar um Boeing 747 do lixo espalhado."
Dr. Lipton defende firmemente o que a Darwin, quando não tinha nosso conhecimento e tecnologia, não estava disponível:
Nossa evolução humana não é mais uma evolução do corpo físico, mas uma evolução de consciência.
Para podermos acompanhar, ele apresenta como a evolução segue padrões fractais, repetidos e reconhecíveis.
Uma sabedoria que espelha o princípio hermético da correspondência:
"É em cima como é embaixo. É no micro como é no macro."
Fractal é uma figura geométrica em que cada parte apresenta o mesmo padrão do todo.
Você tem lembranças do final dos anos 80, quando surgiram as imagens holográficas?
Telas prateadas de onde surgiam imagens em 3D.
Se você foi ousada, você tentou cortar aquela imagem ao meio. Ou cortar um pedacinho do canto.
E descobriu que, ao invés de ter meia imagem ou só o cantinho dela na sua mão, você continuava com a imagem inteira, apenas num tamanho menor.
Fractal é um padrão que se repete no micro como no macro.
E o universo é fractal.
Seguindo esse princípio, Dr. Lipton correlaciona os estágios de evolução das espécies vertebradas com os estágios de evolução da humanidade.
E esse insight nos enche de esperança em relação ao que vem pela frente.
Tivemos culturas dependentes da água, a fase peixe. Só havia humanos onde havia água disponível.
Como os anfíbios, começamos a nos espalhar pela terra, canalizando água e cavando poços onde não havia água aparente. Evoluímos para a agricultura.
Passamos para a fase réptil e sua característica de ser forte, rápido e com grande destreza. Evoluímos para a revolução industrial.
Chegamos na era dos dinossauros, um nome que vem do grego com o significado de "lagarto monstruoso".
Esses répteis foram bem sucedidos em tomar pra si o mundo, mas enquanto seus corpos cresceram massivamente, seu cérebro permaneceu pequeno.
O ser humano se encontra no estágio dinossauro.
Com corporações massivas dominando o mundo - os governos, o sistema de saúde, as instituições acadêmicas, e quase tudo. Corporações de "corpos grandes e cérebros pequenos".
Dr. Bruce levanta aqui um dado interessante: o combustível desta cultura atual é exatamente o que sobrou dos dinossauros, o petróleo. Coincidência?
Esta cultura em que estamos também está diante de sua extinção, a morte das corporações-dinossauro. E o padrão nos mostra o que vem em seguida.
Apesar dos dinossauros serem os primeiros animais a dominar o mundo, duas outras linhas evolucionárias estavam surgindo nas sombras: os pássaros e os mamíferos.
A evolução dos pássaros veio diretamente dos dinossauros.
E um padrão similar de evolução na história humana para sua fase pássaro foi marcado pelos primeiros aviões.
Com o transporte aéreo, "o mundo ficou menor" e começamos a absorver outras culturas.
Depois essa fase evoluiu para a exploração espacial, e todes sabemos que a experiência de ver a Terra suspensa no espaço foi um grande passo na evolução da consciência humana.
"A Terra é azul!" - Yuri Gagarin, no primeiro voo espacial tripulado da história, 1961
Uma outra espécie, além dos dinossauros, evoluiu da linha original dos pequenos répteis.
Essa espécie peluda formou uma nova classe de organismos neurologicamente mais sofisticados (mais conscientes): os mamíferos.
Por causa da forma como criam seus filhotes, as espécies mamíferas tem um caráter nutridor, encorajando acolhimento, crescimento e desenvolvimento.
Quando entendemos isso, não é mais surpresa que o mundo esteja 'desabando'.
A era da humanidade-dinossauro está chegando ao fim. E é natural que esse momento seja caótico.
Mas isso indica também que a humanidade está prestes a entrar na sua própria fase mamífera, uma civilização construída sobre os princípios do cuidado, da sustentabilidade e da harmonia com a Terra.
"As crises econômicas e ecológicas atuais são presságios do surgimento de humanos amigáveis à Terra, nossa 'fase mamífera.'" - Bruce Lipton
Nos próximos textos você vai ver como a Natureza talvez tenha nos dado mais autonomia para essa mudança do que nos disseram.
E cada um de nós conta para essa transição.
Bora Plantar Luz!
Turi
P.S.
Spoiler do que vem pela frente, desde o surgimento da física quântica a ciência explora como a energia altera a matéria.
A era do materialismo científico também está chegando ao fim.
E, usando esse princípio, todos os domingos nos encontramos para fazer juntes a Meditação pela Paz Mundial Bora Plantar Luz.
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